quinta-feira, 2 de junho de 2016

Aula 9 - Processo de independência da colônia portuguesa

Olá, pessoal, continuando com a onda revolucionária na Europa e na América, vamos agora estudar a independência da colônia portuguesa e a formação do Brasil Imperial. Compare com o processo de formação das repúblicas americanas (antiga colônia espanhola) e dos EUA (ex-13 colônias britânicas).

Além do texto e exercícios da apostila nova, recomendo que vejam:


Aula de história com Acerola


O maluco Zé Bunda toma as bocas dos ingleses 
na Europa e os portugas fogem pra boca da América

ou:

Napoleão decreta o Bloqueio Continental à Inglaterra
e a família real portuguesa se transfere para o Brasil


  do seriado Cidade dos Homens
  trecho do episódio A Coroa do Imperador.


1808 - A Corte no Brasil

Série produzida pelo canal Globonews sobre a vinda da Corte Portuguesa ao Brasil e as conseqüentes transformações da antiga colônia (e as permanências também).

Inclui entrevistas com historiadores brasileiros, portugueses, ingleses e franceses.

ao lado o 10º Episódio:
Arte e Ciência, o Reino do Saber 



Veja a lista de temas e assista o que mais interessar. Link para demais episódios:

1. A fuga dos reis
2. Nobreza e política
3. Um reino sem rei
4. A travessia
5. A chegada da corte a Salvador    
6. A corte desembarca no Rio
7. A economia no tempo de D. João >> esse é básico né gente? rsrs
8. A política no tempo de D. João
9. A corrupção no tempo de D. João
10. Arte e ciência, o reino do saber
11. O templo dos livros e da música
12. O retorno da Corte a Portugal

Deixo também trechos de 2 documentos importantes para entendermos esse período e as mudanças que traz:

link   A Constituição Brasileira em vigor (não a primeira elaborada, que foi descartada pelo imperador). Nesse recorte temos foco no tipo de governo do Império, liberdade de prática religiosa (todas as outras religiões não quer dizer todas as outras religiões), conceito de cidadão, o direito ao voto e o 4º poder, o Poder Moderador.

link   O tratado entre Inglaterra e Portugal para transferência da corte ao Brasil, com foco nas principais responsabilidades assumidas por ambas as partes, sendo a mais fundamental a abertura dos portos do Brasil aos navios ingleses.

No lateral esquerda do blog tem duas representações da independência do Brasil. São pinturas históricas que mostram visões do processo, com diferenças e pontos em comum também. Se você quiser ler uma análise das pinturas, com um detalhamento bem interessante, está aqui o link

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Aula 7 - Simulado


Olá, pessoal, está aqui um Simulado da aula 7 - Características das 13 Colônias Britânicas, processo de independência e formação dos Estados Unidos da América.

São 17 questões de vestibulares: 15 de múltipla escolha e 2 discursivas, para treinar escrita > organização, sintetização e exposição de idéias.

Bons estudos! Precisando, sabem como me encontrar.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Aula 7 - Formação dos EUA

Hi, people!

Esse tema mobiliza amor & ódio...
Para alguns, amor; para outros, ódio. Vamos entender essa parada.

É sobre a formação dos Estados Unidos da América, a partir da independência (revolucionária e pioneira!) das 13 colônias britânicas na América. É o famoso 4th July, a maior festa na terra do Tio Sam.  Aliás, quem foi o Tio Sam? Veja aqui.

Além do texto e dos exercícios da apostila, recomendo videos e alguns documentos históricos muito importantes, que dão forma e colocam em prática os valores iluministas do período. E também uma matéria sobre grupos que defendem a supremacia branca nos States. Digo, no planeta.

. a Declaração de Independência dos Estados Unidos da América - de 1776 -, que expressa o direito de igualdade e liberdade, de escolher seu governo e legitima a rebelião e a revolução. Além, claro, de determinar a separação da Inglaterra;

. a Constituição dos EUA - de 1787 -, que é fundamental para entendermos as bases republicanas da nação e está em vigor até hoje - com os 7 artigos originais e mais 27 emendas.
A 1ª emenda, por exemplo, define um Estado laico e garante a liberdade de religião, de expressão, de reunião e de petição;
a 2ª garante o direito de possuir armas;
a 13ª elimina a escravidão (em 1865);
a 15ª estende o direito de voto para os negros e ex-escravos (1870) e a 19ª para as mulheres (1920); a 24ª garante o direito de votos dos pobres (1964).

Grupos de ódio nos EUA (link aqui):  número de grupos que defendem supremacia branca nos EUA cresceu 56% desde 2000 (numa relação muito próxima com a crise de 2008 e com a eleição do 1º presidente negro, com raízes na África islamizada, Barack Hussein Obama).

Breve história dos EUA na visão dos criadores do South Park.

Foi inserido em um filme do cineasta Michael Moore, Tiros em Columbine.











Diálogo entre o capitão de um navio dos EUA e o operador de farol espanhol, no contexto do ataque ao Iraque durante a Guerra do Golfo. 

É a expressão da atuação dos EUA na atualidade e do sentimento de muitas nações e pessoas (pesquise sobre a veracidade desse episódio).









   A História das Coisas:
meio ambiente, capitalismo,
globalização e relação entre 1º e 3º Mundos.

Ou: porquê os países ricos são... ricos? 
Como os EUA se tornaram a maior economia do mundo?

Tem vários fatores envolvidos, mas a relação 
 com o 3º mundo foi (e é) fundamental para o enriquecimento de várias nações.

domingo, 29 de maio de 2016

Aula 6 - O ouro e a sociedade mineradora

Oi, pessoal, nossa próxima aula é sobre as transformações na América portuguesa com o início da intensa atividade mineradora na região das minas.

Em complemento ao texto e aos exercícios da apostila, dois episódios da série Histórias do Brasil e o depoimento de Marcos dos Santos Tupã, liderança indígena, sobre projetos de leis que afetam as populações indígenas (aqui).


Entradas e Bandeiras (São Vicente, 1690) sobre o bandeirantismo, a natureza mestiça dos bandeirantes, a descoberta de metais e pedras preciosas na América Portuguesa, a expansão territorial e a transformação de São Paulo.

"A ficção desse vez mostra o mameluco Jerônimo, que domina os segredos da mata. Como guia de uma expedição bandeirante, é ele quem aponta o caminho, decifra os rastros dos animais, encontra comida e água. Jerônimo terá que usar todo o seu conhecimento para salvar a vida do jovem Pedro, seu patrão e meio-irmão.

O cenário de partida é o sertão da Capitania de São Vicente, século XVII. Uma capitania de "segunda ordem" na época, na distribuição econômica da colônia, segundo o historiador Márcio dos Santos. A concentração de poder, com maior população branca e economia mais forte, estava no Nordeste.

As pessoas e as culturas, ora se contrapõe, ora se misturam, ora expropriam o que é dos outros ou os próprios outros. No andar, no vestir, no comer e na tentativa de curar, os bandeirantes com os índios irão aprender a se embrenhar na mata para caçar outros indígenas. Segundo Ronaldo Vainfas, "sem os conhecimentos indígenas, os portugueses teriam imensa dificuldade em se assenhorar, se apossar e se localizar, se movimentar na terra descoberta e ocupada".

Um dos grandes mitos sobre os bandeirantes, é que no século XVII, o apresamento de indígenas pelos paulistas suprimiria a carência de mão de obra nos lugares do Brasil, especialmente no Nordeste, onde não teriam sido atendidos pelo tráfico de escravos africanos. Quando na verdade, segundo John Monteiro, a maioria dos índios feitos escravos teriam ficado em São Paulo, tendo "um papel importante numa economia subsidiária", produtora de alimentos, como era a paulista.

Enfim, encurtando o assunto, deixando ao próprio vídeo mostrar o que deseja, só resta dizer ainda que trata este episódio da ação dos bandeirantes na expansão territorial portuguesa e na descoberta de ouro no interior da então colônia.

Os participantes desta vez são Márcio Roberto Alves dos Santos, Jorge Couto, Kátia Maria Abud, John Monteiro, e Ronaldo Vainfas."

José A. Fernandes
http://identidade85.blogspot.com.br/2013/08/historias-do-brasil-episodio-4-entradas.html


Ouro e Cobiça (Ouro Preto, 1719), sobre a transformação da sociedade em torno da descoberta do ouro (que não é uma mercadoria, mas "dinheiro vivo"); a migração para a região das minas; o contrabando; a variedade do trabalho escravo (as 'negras de tabuleiro, quitandeiras'), com a intensificação de atividades urbanas.

"O assunto desta vez é o ouro, o das minas gerais de finais do século XVII e XVIII. Desta vez para se mostrar a febre brasileira pelo metal, o "ouro dinheiro", que traz povoadores brancos em números impensáveis antes nestas bandas. Com direito aos conflitos como a Guerra dos Emboabas, ao aumento do fluxo de escravos, aos desvios de mãos de obra dos engenhos do Nordeste, e, enfim, às "artes de furtar", tendo neste último caso os mais lembrados santos do pau oco - imagens que levavam em seu interior o ouro dos descaminhos. Descaminhos que ocorrem em meio ao aumento dos impostos e das formas de fiscalização por parte da coroa portuguesa.

Aliás, os santos do pau oco (e demais assuntos) são o tema da história ficcionada desta vez. Conta-nos sobre o artesão Manuel Correia, que confecciona pequenas imagens de santos e de Vidal, o encomendador, que as quer para uso no transporte de ouro das minas. Minas nas quais trabalha como fornecedor de mantimentos e aonde usa ainda de suas escravas de ganho no dia a dia.

Os professores participantes dessa vez são Ângelo Alves Carrara, Caio César Boschi, Júnia Furtado, Luciano Figueiredo."

José A. Fernandes
http://identidade85.blogspot.com.br/2013/08/historias-do-brasil-episodio-4-entradas.html

sábado, 28 de maio de 2016

Aula 5 - Invasões holandesas

Oi pessoal,

o tema da nossa próxima aula são as invasões holandesas, especialmente em Pernambuco.
Apostila, páginas 73 a 77.

Em complemento, dois documentários e uma pintura histórica (essa abaixo):
a Batalha dos Guararapes, de Victor Meirelles - um imenso painel de 5 x 9 metros, em escala natural. As batalhas aconteceram em 1648 e 1649, mas a pintura é de 1879, 230 anos após os acontecimentos. Vamos analisá-la na aula.


“Na representação da batalha dos Guararapes não tive em vista o fato da batalha no aspecto cruento e feroz propriamente dito. Para mim a batalha não foi isso, foi um encontro feliz, onde os heróis daquela época se viram todos reunidos.(...) Os episódios, por mais pitorescos e característicos de uma batalha, cujo fim fosse tão-somente representar a destruição ou o extermínio de uma raça pela outra não poderiam, na tela dos Guararapes, contribuir senão para excitar o interesse calculado pelo artista, que só cogitou de chamar atenção do espectador sobre os personagens principais." 
Victor Meirelles



Os documentários são esses:

Doce Brasil Holandês  |  aqui link para o video completo



|  Os holandeses invadiram e tentaram colonizar o Brasil no século 17. Dos 24 anos que ficaram no país, sete estiveram sob o governo do alemão/holandês João Maurício de Nassau. Até hoje, aquela época é lembrada como melhor que a atual. Mas porque um povo teria saudade de um invasor?

Unidas por um sobrenome comum, duas historiadoras, a brasileira Kalina Vanderlei e a alemã Sabrina van der Ley, se encontram no Recife e exploram o mito que se criou acerca desse curtíssimo período da história brasileira, status esse que se estende ao sobrenome Wanderley, por remeter a “época dourada” em que o Brasil foi holandês.

Juntas, Sabrina e Kalina desvendam Maurícia – atual Recife – a cidade planejada construída por Nassau, que tinha um observatório astronômico e a maior ponte do novo mundo. Discutem o legado artístico e cultural deixado por Nassau para entender o porquê dessa nostalgia. Maurício de Nassau é definido por alguns moradores do Recife como “o melhor prefeito que a cidade já teve".  |

Guerra pelo Açúcar        Pernambuco, 1645


Uma bela aula de história com especialistas no período da ocupação holandesa em Pernambuco.

A partir da história de um português que faz negócios com os holandeses - contrabando de açúcar - podemos entender melhor as conseqüências da união ibérica, o contato entre culturas diversas (católicos, protestantes, judeus), as dificuldades do invasor para controlar os engenhos, a reconquista de Pernambuco, entre outros aspectos.